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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Raquel Dodge pede para Geddel ser condenado a 80 anos de prisão, e Lúcio a 48 anos e seis meses

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou nesta quarta-feira ao Supremo Tribunal Federal ( STF ) as alegações finais da ação penal sobre os R$ 51 milhões encontrados em um apartamento atribuído ao ex-ministro Geddel Vieira Lima em Salvador. 

Raquel Dodge quer que Geddel seja condenado a 80 anos de prisão, pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa. Para o deputado federal Lúcio Vieira Lima (MDB-BA), irmão de Geddel, a procuradora-geral pediu um a pena de 48 anos e seis meses. Ela ainda quer os dois paguem uma multa de R$ 42,6 milhões e US$ 2,6 milhões — equivalente ao dinheiro que foi encontrado no apartamento.

Já para o empresário Luiz Fernando Machado Costa Silva a pena sugerida foi de 26 anos de prisão. Raquel Dodge pediu que seja decretado o perdão judicial a Job Ribeiro Brandão, ex-assessor da família Vieira Lima, devido à colaboração dele com a Justiça. Entre outras coisas, Job admitiu contar dinheiro vivo recebido de Geddel e afirmou que era obrigado a devolver parte do seu salário.

Nas alegações finais, a procuradora-geral também defende que Geddel continue preso preventivamente, alegando que mesmo que ele vá para a prisão domiciliar não há a garantia de que não cometerá mais crimes, além do risco de fuga. “Geddel Quadros Vieira Lima já deu mostras suficientes do que, em liberdade, é capaz de fazer para colocar em risco a ordem pública e vulnerar a aplicação da lei penal: tentou impedir a colaboração premiada de Lúcio Bolonha Funaro; no gozo de prisão domiciliar, manteve ocultos os R$ 51 milhões; manteve secretários parlamentares trabalhando como empregados domésticos (peculato); mandou destruir provas contidas em anotações, agendas e documentos etc”, escreveu.

A mãe dos irmãos Vieira Lima, Marluce Vieira Lima, também era ré na mesma ação, mas o relator, Edson Fachin, enviou a parte referente a ela para a 10ª Vara Federal de Brasília em novembro.

Do Portal NS/Fonte: O Globo

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