BRASILGÁS

BRASILGÁS

Aragom Modas

Lucas Chicabana

Lucas Chicabana
NÃO PERCA ESTA OPORTUNIDADE!

VENDE-SE UM TERRENO MEDINDO 11 TAREFAS. TABULEIRO ÓTIMO PARA CHÁCARA PRÓXIMO À CAIXA D'ÁGUA EM BANDIAÇU, CONCEIÇÃO DO COITÉ-BA, COM ÁGUA ENCANADA, ENERGIA ELÉTRICA E INTERNET PRÓXIMAS.

CONTATOS: (71) 99296-1175 (75) 99819-7823, 98124-9844 (Evódio), 99121-4433 e 98155-9060.

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Presidente da Venezuela cita Neymar, Messi e Cristiano Ronaldo para cobrar mais impostos

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro | Foto: HO/Venezuelan Presidency/AFP
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro | Foto: HO/Venezuelan Presidency/AFP
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pediu nesta quarta-feira (5) aos empresários de seu país que paguem mais impostos, e citou como exemplo os processos por evasão fiscal na Espanha contra Neymar, Cristiano Ronaldo e Lionel Messi. “Cristiano Ronaldo partiu da Espanha porque o perseguiram por uma diferença que havia entre o imposto pago e o que deveria ter declarado. Até iam meter Cristiano Ronaldo, Messi e Neymar na cadeia”, disse Maduro para industriais que receberam empréstimos do Estado. 

“O que peço a vocês é que trabalhem pela Venezuela, que produzam mais arroz, mais carne, mais leite, mais sapatos (…), que respeitem a lei”, declarou Maduro em rede nacional, ao destacar que nos Estados Unidos e na Europa a sonegação fiscal leva à prisão. Cristiano Ronaldo foi transferido do Real Madrid para a Juventus por 100 milhões de euros. Antes de partir, o craque português fechou um acordo com o fisco espanhol para pagar 18,8 milhões de euros e evitar uma pena de dois anos de prisão. 

O argentino Messi, estrela do Barcelona, e Neymar, transferido do Barça para o Paris Saint Germain, passaram por situações semelhantes com o fisco espanhol. Maduro lançou em 20 de agosto passado um programa para enfrentar a grave crise econômica que afeta a Venezuela, que incluiu a retirada de cinco zeros do bolívar, a elevação dos preços da gasolina e a alta de impostos.

Do Portal NS/Fonte:France Presse

Nenhum comentário: