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sexta-feira, 21 de setembro de 2018

“Corrupção na Odebrecht é a mais organizada da história do capitalismo”, diz ONG

Bruno Brandão, diretor-executivo da Transparência Internacional no Brasil (Transparência Internacional/Divulgação
Bruno Brandão, diretor-executivo da Transparência Internacional no Brasil | Foto: Transparência Internacional/Divulgação
Que o esquema de corrupção da construtora brasileira Odebrecht é enorme todo mundo já sabe. O escândalo veio à tona através da Operação Lava Jato, que investiga a companhia por comprar políticos e diretores da Petrobras em troca de contratos. 

Mas, segundo a Transparência Internacional, ONG que atua no combate à corrupção no mundo, o caso é bem mais do que isso: “É o mais bem organizado caso de corrupção já desvendado na história do capitalismo”, atesta Bruno Brandão, diretor-executivo da entidade no Brasil. 

A ONG acaba de lançar um relatório sobre corrupção internacional, em que destaca cinco casos emblemáticos envolvendo grandes empresas. Há no documento um capítulo especial sobre o escândalo da Odebrecht, que contabiliza 788 milhões de dólares pagos em propina a políticos e agentes do governo de 12 países durante mais de uma década. 

Em 2015, a Polícia Federal prendeu o então presidente da construtora, Marcelo Odebrecht. Dezenas de executivos e ex-executivos da empresa assinaram os acordos de delação, confessando os atos de corrupção. Foi a maior colaboração premiada do mundo. 

Até agora, a companhia se comprometeu a pagar 2,6 bilhões de dólares em multas, mais 632 milhões de dólares da Braskem, subsidiária da Odebrecht que atua no setor petroquímico. Nas palavras do diretor-executivo da Transparência Internacional, a construtora criou uma espécie de “fordismo da corrupção”. 

Tamanha profissionalização resultou em nada menos que 3,34 bilhões de dólares em “pagamentos e/ou lucros oriundos da corrupção”, diz o relatório da Transparência Internacional.

Do portal NS/Fonte: Exame

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