BRASILGÁS

BRASILGÁS

BERG ARAGOM NOVO

Lucas Chicabana

Lucas Chicabana
NÃO PERCA ESTA OPORTUNIDADE!

VENDE-SE UM TERRENO MEDINDO 11 TAREFAS. TABULEIRO ÓTIMO PARA CHÁCARA PRÓXIMO À CAIXA D'ÁGUA EM BANDIAÇU, CONCEIÇÃO DO COITÉ-BA, COM ÁGUA ENCANADA, ENERGIA ELÉTRICA E INTERNET PRÓXIMAS.

CONTATOS: (71) 99296-1175 (75) 99819-7823, 98124-9844 (Evódio), 99121-4433 e 98155-9060.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Conheça Berg da Aragom

HISTÓRIA DE VIDA – BERG

Quem é Berg?

Nascido em 11 de setembro de 1971 no bairro da Bomba, em Serrinha-Ba, Adalberto Dutra Rocha, conhecido como Berg da Aragom, tem 5 irmãos, filho de Gilberto Santana Rocha (in memorian) e da senhora Olinda Dutra Rocha, servidora pública aposentada.

Casado com a senhora Cibele Medeiros Pinheiro Rocha, há 23 anos, pai de duas filhas adolescentes, Marêssa e Grazi  que são a razão de sua vida, Berg é um empresário bem sucedido nas atividades varejistas do setor magazine, diretor também na área industrial e, atualmente, vice-prefeito de sua cidade que tanto ama. Seu currículo é marcado através de sua história e experiência de luta para o fortalecimento do comércio e da indústria local. Seu principal propósito é fomentar a geração de emprego e renda, promovendo o desenvolvimento sustentável da Bahia.  

O empresário Berg (como tudo começou...)

Berg teve uma infância muito bonita e simples, numa época em que as crianças brincavam no meio da rua com os amigos. Como muitos moleques pobres da periferia, cresceu “jogando bola” no campinho próximo a sua casa, onde construiu suas primeiras amizades.

Era um garoto muito inquieto e cheio de energia. Já aos 7 anos queria trabalhar e ter sua independência, e foi nesta idade que o seu espírito empreendedor e suas habilidades com vendas começaram a aflorar. Incentivado por sua mãe, Dona Olinda, Berg começou a vender geladinho no Monte da Santa e com o dinheiro do resultado das vendas de geladinho, comprou uma caixa de engraxar sapatos, onde trabalhou junto com alguns colegas por vários meses, hoje vários deles se encontram, "Graças a Deus bem estabelecidos", disse o empresário.

Berg lembra com diversão: “Com 9 anos trabalhei na oficina de Zecão, lavando parafusos e peças de carro”.

Trabalhou em um barracão de fogos aos 10 anos com o popular Luciano Cassolão. Aos 11 começou no trailer de Chiquinho fazendo lanches e suco de laranja e desde então nunca mais parou de trabalhar.

Mas foi aos 12 anos que sua precoce carreira no ramo de calçados realmente se iniciou. Incentivado pelos pais e com a ajuda do seu irmão Floriano comprou alguns pares de sandálias em Feira de Santana para revender em Serrinha. Junto ao seu amigo César Santiago, estendeu uma lona na praça da cidade, onde vendeu 6 pares de sandália Cariri (semelhante as Havaianas). Com a venda de todas as sandálias, Berg voltou a Feira de Santana comprando desta vez o dobro de pares e, assim sucessivamente, aumentando cada vez mais o tamanho de sua barraquinha e a quantidade de mercadorias.

Porém, Berg lembra com todo carinho que fazia o roteiro de sua casa até a praça nas terças, quartas, quintas, sextas e sábado no calçadão Araújo Pinho levando sua barraca com cavaletes de madeira num carrinho de mão durante 4 anos, e era o que muitos garotos da época tinham vergonha de fazer, Berg assim fazia com muito orgulho e cabeça erguida.

Berg lembra que em uma feira de sábado, ainda na praça, em um dia de muita chuva e vendaval a sua barraquinha foi levada pela enxurrada, onde Berg teve que sair correndo em busca de juntar o que foi levado pelas fortes chuvas.

Apesar de começar a trabalhar cedo, Berg e sua família nunca se descuidaram de seus estudos, pois sabiam que só através da educação poderiam melhorar de vida.  Desde menino, estudou no Colégio Leobino Cardoso Ribeiro, onde sempre se destacou como um aluno dedicado, brincalhão e amigo, e devido a sua capacidade nata de liderança e bom relacionamento com colegas e professores foi denominado o líder da sala na época.

No Colégio Ginásio Rubem Nogueira, onde Berg concluiu o ensino fundamental, já foi um período marcante. O jovem gostava muito de estudar, aproveitava muito os intervalos para brinca de futebol junto com os colegas de classe: Lindomar, Denilson, Marcos, Herbert, e outros mais. Ele lembra também com grande carinho de seus vários professores: Zé Manoel, Gilka, Valdelice, Jeferson, Gildenor, e vários outros que fizeram historia em Serrinha.

Durante sua adolescência, entre 15 e 16 anos, surgiu a necessidade de buscar horizontes maiores e novas oportunidades de gerar renda para sua família. Assim, surge a figura da Tia-mãe Lídia que convidou seu irmão caçula Itamário para ir morar em São Paulo com ela. Como era mais novo que Berg, ele não quis ir e foi com essa chance que ele conseguiu ir morar na grande São Paulo. Saiu de Serrinha em Janeiro de 1988, quando se matriculou na escola Alfredo Ashcar na capital paulista.

Com a ajuda do seu saudoso tio Valdelicio, começou a procurar pelo seu primeiro emprego, onde conseguiu sua carteira registrada como vendedor de enciclopédias na empresa Forest Hil, onde ficou até meados de seus 20 anos de idade. Pela sua dedicação com as vendas, conseguiu ganhar todos os prêmios assim estabelecidos pela empresa, lembra com olhos de águia dizendo que todos os dias saia em equipe para trabalhar num bairro diferente na capital paulista. Dizia que era um vendedor batedor de metas, tinha foco no que fazia, era bastante organizado e articulado dentro da empresa.

Foi neste período que conheceu São Paulo Capital e o ABC Paulista como ninguém, pois era o formato da empresa a cada dia estar em um bairro diferente. Logo em seguida, trabalhou em uma loja de calçados, onde teve sua primeira experiência com o ramo calçadista e se apaixonou pelo trabalho.   Durante todo este tempo conseguiu vir para Serrinha uma única vez, o que só aumentava o desejo de voltar para a sua terra natal, que nunca saíra de seu coração.

“Engraçado que aquela época era a época de orelhão, eu ia para o local, comprava uma sacola de fichas, por volta de 100 fichas. Ligava para Floriano, que me dava muitos conselhos para voltar à Bahia. E a ficha meu amigo, era uma por 5 segundos. Foi uma época muito difícil longe da minha família. Mas Graças a Deus foi uma época de muito aprendizado. Pegar ônibus antes das 5 horas da manhã e só chegar à noite... foi difícil!”, lembra Berg.

Sua vida na grande metrópole era regrada. Para o trabalho levava marmita com ovos para economizar dinheiro. Sempre lembrando com muito  carinho da sua tia Lídia, seu tio Valdelicio, seus primos Jeferson, Mirian, Wanderson, onde lhe deram sempre total apoio, lhe mostrando os melhores caminhos a seguir. 

Aos domingos  em São Paulo, Berg sempre aproveitava para conhecer os lugares como o Parque do Carmo, Anhembi, Ibirapuera, Museu Ipiranga, Estádio do Pacaembu e, principalmente, o Estádio do Morumbi, onde conseguiu estar presente na final da libertadores, quando o São Paulo se consagrou campeão contra um time argentino (Newells Old Boys), com o placar de 1x0, no tempo normal, gol de pênalti de Rai, em 1992, e o São Paulo venceu nos pênaltis por 3x2, lembra com lágrima nos olhos, e diz: “Podemos perder um dia, menos o que vivemos e presenciamos, ai só Deus pra nos tirar”.

Conheceu também a galeria Pagé, a 25 de março, Avenida Paulista, Estação da Luz, o Litoral Paulista e outros lugares inesquecíveis que tem o maior prazer em relembrar e agradecer a Deus, e a seus tios e primos pela oportunidade que foi estar em São Paulo, oportunidade de ouro, a qual aproveitou o máximo possível para adquirir experiências profissionais e de vida.

Com quase 22 anos, finalmente conseguiu voltar para sua cidade. E já sabendo das poucas oportunidades a encontrar, se preveniu trazendo suas economias em dinheiro e mais uma quantidade volumosa em confecções comprada no Brás, onde foram vendidas nas feiras livres em Serrinha e a outra parte aos amigos na caderneta, o chamado fiado. 

Com as suas economias conseguiu comprar um Chevet com o seu vizinho Samuel e onde passava, os amigos chamavam de o rajador. Logo após achou um trabalho de vendedor de temperos, teve que trocar de carro, comprou o segundo carro, um fusquinha verde show. Foi uma época feliz! Os meses foram passando e Berg não conseguia ganhar dinheiro vendendo temperos, não conseguia trabalho em Serrinha e decide deixar novamente sua casa e morar em Feira de Santana na casa do seu irmão Floriano, para trabalhar no comercio. 

Após um semestre longe da sua família, acontece o pior: na noite de São João seu pai vem a óbito em seus braços. Berg olhava ao seu redor e via a sua irmã caçula Patrícia, seu irmão mais novo Itamário, Beto e sua mãe. Seus irmãos mais velhos moravam em Ilhéus, outro em Feira de Santana, onde obteve forças, muita força dada por Deus e sua mãe, em montar o seu primeiro negócio juntos com os irmãos Itamário e Beto. Compraram um trailer e começaram a tocar esse negócio para frente.

Mas a paixão pelos sapatos é mais forte, e há 25 anos, em uma sociedade com seu irmão Itamário, Berg decide montar uma lojinha. E assim surge a primeira loja ARAGOM.

O começo para um pequeno empresário não é fácil, mas o amor pelo trabalho e pelo desafio nunca o impediu de parar.  Com o pouco dinheiro que lhe restava e um empréstimo de sua mãe, Berg foi novamente para São Paulo comprar produtos para sua loja.

Com muito trabalho e fidelização de seus clientes, o empreendimento começou a crescer e depois de um tempo as lojas Aragom começaram a se espalhar pela cidade e a expandir para municípios próximos, como Conceição do Coité e Alagoinhas e depois para outras cidades da Bahia, como Jacobina e Juazeiro, entrando de uma vez por todas no sistema de grupo lojista.

Berg diz que o significado da marca Aragom é: A de Adalberto (Nome de Berg), RA de Rocha (Sobrenome), G de Gilberto (Pai), O de Olinda (Mãe) e M de Mario (Apelido do seu irmão Itamário), Berg diz que passaram um mês para escolher o nome da loja,  o primeiro passo, muito importante e relevante ao abrir uma empresa de varejo: “o nome”.

A personalidade de Berg

O senso comum diz: “somos resultado de nossas escolhas”. O resultado de Berg hoje é devido às escolhas que fez há muitos anos, quando ainda adolescente decidiu de fato morar em São Paulo.

Apesar de ter sido um período muito difícil em sua vida, deixar sua família para morar em uma capital distante, foi uma experiência que ganhou para o resto da sua vida.

Conta: “Todo dia eu falo, eu sou o que sou porque tive a coragem de morar longe de pai, de mãe, de irmãos, eu sou esse cara hoje por conta disso, porque não é fácil, você morar num local totalmente diferente, onde você não tem amigos de infância, onde você não conhece ninguém, onde ninguém confia em ninguém...São Paulo foi marcante na minha vida por conta disso”.

São Paulo o ensinou a ser empresário e a conquistar o seu espaço, a dar valor ao suor e as suas conquistas, mas foi a sua cidade do semiárido baiano, Serrinha, que o ensinou o que realmente importa: a ser um homem forte e de bem, como muitos nordestinos.

Sua família, sua escola e as pessoas que passaram em sua vida que o ensinou a ser um homem comprometido com o que acredita, dedicado, solidário, amigável, sempre tratando o outro com igualdade e respeito, ser uma pessoa de confiança, sempre lutar pelos seus ideais sem deixar de aprender com o pensamento do próximo.

Berg na Política

Sua própria experiência de uma infância humilde e de muitas dificuldades, bem como sua trajetória empresarial lhe permitiu estar frente a frente com as pessoas e estar sempre conectado com a realidade da sua região.

Berg nunca foi uma pessoa passiva diante das adversidades da vida, sempre agiu para promover mudanças positivas no lugar onde cresceu e ama.

Por ver uma cidade sem grandes possibilidades de geração de emprego e renda que teve, como muitos nordestinos na época, de ir para o sudeste. Hoje, luta para que o emprego e a renda fiquem aqui na Bahia, para que mais jovens como ele possam crescer e ter sucesso sem precisar sair da sua terra. 

Como um dos precursores do comércio de Serrinha e respeitado pelos comerciantes locais, Berg se tornou presidente da CDL em ....  por 4 anos. Sob sua direção, a CDL conseguiu fazer um investimento muito forte na conjuntura econômica da cidade, lutando pelo centro comercial, pelo emprego e pela renda, principalmente conquistando um nome próprio, algo muito relevante a frente da CDL.

Em 2016, movido pelo desafio e pela vontade de fazer mais pelo seu município, Berg se candidata a vice-prefeito, tornando-se eleito junto com o atual prefeito Adriano Lima. Em sua trajetória política, Berg é reconhecido como um político diferente: atencioso, que ouve sempre a população, acessível, disposto a ajudar o próximo, doando na integralidade seu subsídio de vice-prefeito a instituições carentes. Berg é conhecido como aquela pessoa que luta com o objetivo de colocar a região do sisal como referência na geração de renda no cenário nacional, especialmente transformando este território em um pólo calçadista. Hoje, depois de participar da política local, acredita que pode fazer muito mais.

Desse modo, diante do anseio da sociedade pela geração de trabalho, para o crescimento de empreendimentos no município e para ter alguém que os pudesse representar, de forma séria e comprometida com o desenvolvimento e a qualidade de vida da população, Berg decide colocar seu nome como um pré-candidato a deputado estadual e realizar uma nova política, alicerçada num projeto que beneficia a coletividade, com novos candidatos e propostas que permitam mudar de verdade o rumo da cidade e da região.

O que Berg acredita na Política

O País precisa de alguma grandeza. Grandeza dos homens públicos que ocupam os postos centrais do poder, grandeza para que nesta hora grave da vida nacional, sejam minimamente capazes de por os interesses pessoais de lado, de modo que que o país possa seguir em frente, cumprir a caminhada rumo a modernidade, liberta-se da mediocridade econômica ou de qualquer tipo de perseguição, e enfim, dar ao seu povo a oportunidade de construir uma vida justa e digna. Os milhões de brasileiros honestos não merecem ser punidos pela desfaçatez e pela ganância dos poderosos.

Do Site www.bergdaaragom.com

Nenhum comentário: