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sábado, 17 de março de 2018

Os confrontos de interesses no Brasil; Os que pedem inclusão são os mesmos que excluem; A vitimização

Um fato que está chamando a atenção da população brasileira no momento é o assassinato de Marielle Franco, de 38 anos, vereadora do PSOL, a quinta mais votada do Rio de janeiro  em 2016.

O crime aconteceu nesta quarta-feira (14), na rua Joaquim Palhares, no Estácio - Rio de Janeiro.

Mulher linda, ativista negra que veio das classes menos favorecidas e lutava por justiça e igualdade social e racial.

Morta com vários tiros! As linhas de investigações apontam para crime de execução. A quem interessaria e porque teria feito tal barbaridade?

Muito triste e chocante para a nação brasileira, no entanto, uma coisa que deixou parte da população brasileira intrigada e revoltada foi o fato de a grande mídia e os grupos de defesa só lembrarem e propagarem o nome de Marielle Franco sendo que o motorista Anderson Pedro Gomes também teve a vida cifada, mas não teve tal repercussão.

Não é uma vida também? Mas porque só falaram que "vereadora foi morta a tiros?" Neste país não se deve tratar todos de igual modo? Qual o interesse da grande mídia em dar destaque para uma vítima e não dá importância para a outra?

Além das duas vítimas fatais ainda teve a assessora da vereadora, Fernanda Chaves, que foi baleada e pouco se fala. 

Será que o fato de ser uma vereadora se torna mais importante do que as demais pessoas? Ou por ser mulher e até mesmo por ela ser negra?

Os grupos esquerdistas, principalmente, lutam por seus direitos e acham justo serem atendidos nos seus anseios, entretanto parece que lutam por direitos, mas negam os direitos dos outros. Porque só clamaram justiça por Marielle, se Anderson também estava batalhando pelo seu sustento e de sua família e ninguém ver o mesmo apelo, card, fotos com dizeres em redes sociais ou na mídia?

Atualmente, se ver muito confronto de interesses entre as classes e isto é normal desde o início, mas ver pessoas de classes iguais negando o reconhecimento e o direito dos seus semelhantes é uma aberração.

Não podemos viver em um país dos coitadinhos, onde a mulher, o pobre, o negro etc se comportam como vítimas sendo explorados por uma classe com finalidade política que consegue galgar voos muito altos a partir de um trampolim chamado povo.

Somos fortes e podemos partir para um enfrentamento, mesmo que o jugo pareça desigual, porque somos capazes e não devemos deixar mais ninguém nos explorar com um discurso falso que estamos defendendo a nossa classe.

Quantas Marielles anônimas são mortas por dia no Brasil, assim como quantos Andersons também? Não podemos deixar essa mídia hipócrita nos usar como massa de manobra para se locupletarem.

Por Cival Anjos

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