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sábado, 24 de fevereiro de 2018

Vice-prefeito de Serrinha participa de ato contra feminicídio

A violência no Brasil está a cada dia pior e ninguém tolera mais esta situação. Em Serrinha a coisa não é diferente, especialmente contra as mulheres.

Vários casos de feminicídio tem acontecido na região e um que chamou muito a atenção de todos foi o assassinato de Daiane Reis Mota, de 25 anos, em 16 de dezembro de 2017.

Sensibilizadas e preocupadas com a situação, mulheres e familiares das vitimas organizaram um "Ato contra o Feminicídio" na manhã deste sábado (24), na cidade de Serrinha.

Uma participação estimada de 300 pessoas fizeram uma caminhada de 1 quilômetro entre as Praças Morena Bela e Luiz Nogueira. Dentre as pessoas sensibilizadas com a causa em defesa da mulher estavam várias autoridades políticas do município, inclusive o vice-prefeito de Serrinha, Adalberto Dutra Rocha "Berg da Aragom", do Partido da Mulher Brasileira (PMB).


As pessoas conduziram muitas faixas e cartazes com mensagens contra a violência. Em uma delas dizia: "Não à violência contra as mulheres". Em outra dizia: "Aula de Hoje: A violência é o último refúgio do incompetente" e também: "Não se cale, não se esconda, não se omita. Basta!"

Além de Daiane Reis Mota, de 25 anos, que estava grávida de 9 meses e foi morta com um tiro na nuca, pelo marido Adilson Prado Lima Júnior, também de 25 anos, em um crime que aconteceu na Barra do Vento, zona rural de Serrinha, outras mulheres vitimas de feminicídio também foram lembradas, a exemplo de Ana Paula Conceição Assis, de 36 anos, morta em 15 de abril de 2017, no campo do Matadouro, com 49 facadas.

Sidmara Conceição, 33 anos, irmã de Ana Paula esteve presente no protesto e disse que a família suspeita que ela tenha sido morta por um homem com quem ela se relacionava, mas não sabe a identidade e nem o paradeiro do suspeito.

Já o senhor Rubens Oliveira Mota, 56 anos, pai de Daiane Reis participou da manifestação ao lado da sua esposa e de outros familiares e desabafou: "Adilson nos enganou. Ele e o pai passaram a noite toda ajudando na busca pela minha filha, mas a polícia desconfiou quando ele foi prestar o depoimento depois que o corpo dela foi achado". O julgamento de Adilson Prado Júnior está previsto para acontecer no dia 16 de março de 2018.

Atos como este servem para promover uma reflexão entre os membros da sociedade, pois é preciso que todos vivam em harmonia e união e vivam um amor fraterno.

Por Cival Anjos



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