Prêmio Fama

Prêmio Fama

Lucas Chicabana

Lucas Chicabana

BERG ARAGOM NOVO

BRASILGÁS

BRASILGÁS

Banner do Futsal Barbarense

Banner do Futsal Barbarense

Entec Informática

Entec Informática

Robério Transportes

Robério Transportes
NÃO PERCA ESTA OPORTUNIDADE!

VENDE-SE UM TERRENO MEDINDO 11 TAREFAS. TABULEIRO ÓTIMO PARA CHÁCARA PRÓXIMO À CAIXA D'ÁGUA EM BANDIAÇU, CONCEIÇÃO DO COITÉ-BA, COM ÁGUA ENCANADA, ENERGIA ELÉTRICA E INTERNET PRÓXIMAS.

CONTATOS: (71) 99296-1175 (75) 99819-7823, 98124-9844 (Evódio), 99121-4433 e 98155-9060.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Temer defende reforma da Previdência ‘possível’ e diz que outra terá de ser feita em ‘5, 6, 10 anos’

Reunião com Rodrigo Maia, Presidente da Câmara dos Deputados e Líderes da Câmara dos Deputados. Foto: Alan Santos/PR
Foto: Alan Santos/PR
O presidente Michel Temer disse em café da manhã com deputados nesta quinta-feira (9) que a redução ainda maior da proposta original da reforma da Previdência para uma mais enxuta é o “possível”, mas que não irá perdurar “para todo o sempre”. 

Segundo o Blog da jornalista Andréia Sadi apurou, Temer disse aos presentes na casa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que, se a reforma for aprovada hoje, “evidentemente daqui a 5, 6, 10 anos é preciso uma nova reforma previdenciária”. “Não vai perdurar para todo o sempre. Mas é o possível agora, mas um possível muito saudável porque significa uma vantagem para a administração pública”, disse Temer, segundo relato obtido pelo Blog. 

Para Temer, é preciso eliminar o preconceito em relação ao tema. Ele disse aos parlamentares que o governo vai começar uma intensa campanha nas próximas semanas para explicar as mudanças nas regras de aposentadoria. “Vamos cortar privilégios inadmissíveis”. 

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, afirmou que o problema da Previdência não é técnico, e sim político. Maia afirmou que os deputados concordam que a reforma é necessária -apesar de desgastante -, mas que a saída será pela política. O presidente da Câmara é um dos defensores de uma reforma ministerial.

Do Portal NS

Nenhum comentário: